Uma grande oportunidade

Fuçando em uma conta de e-mail antiga, vivi uma sensação curiosa ao redescobrir a mensagem a seguir, de agosto de 2010. No caso, batia um papo com Natalie Seki, então editora-assistente da Nintendo World, sobre conteúdos especiais para a publicação. 

Tomado por uma coragem repentina (ah, a timidez…)admiti meus pontos fracos e, mesmo assim, acreditaram em mim! Comecei a escrever para o site, depois para a revista e assim foi. Quem disse que sonhos não se realizam?

 

A primeira oportunidade que tive para escrever sobre games foi dada por vocês. Por isso, não posso me considerar um jornalista de games. Contudo fui orientado por alguns profissionais mais experientes a seguir carreira no campo das novas tecnologias (informática). E os games estão nesse universo.

Eu gosto do tema. Sou fã da Nintendo desde criança e só tive consoles da Big N. Inclusive, pretendo produzir algumas crônicas sobre isso. Fui daqueles que a mãe pedia para desligar o videogame. Que alugava fita ruim em locadora achando que era boa. Que recortava dicas e passwords publicados no caderno infantil do jornal. Que ficou maravilhado com um tal de Game Boy que a tia trouxe do Japão.

Minha falha foi não ter um console entre o SNES e o Wii. Aí, só jogava em casa de primo. E mesmo na infância meus pais não tinham tanto dinheiro para gastar com games. Assim, acho que sou um “softcore”. Ou seja, não sou um grande especialista porque não tive um contato extremo com os games. Estou recuperando o prejuízo desde que comecei a escrever para vocês.

Confesso que sou um pouco genérico, que gosto de assuntos variados, dos bastidores de um fato. Em relação ao exercício jornalístico, adoro desenvolver pautas, de editar textos, analisar um produto editorial dos ângulos possíveis. Gosto muito de fazer perfis e entrevistas.

Não à toa, propus a vocês algumas matérias diferentes, como a dos três carinhas que se vestem de Mario. Não há esse tipo de matéria nos concorrentes, que se prestam a reverberar conteúdos que vêm de fora. Uma das minhas inspirações é a revista Herói. Sou “uma de suas viúvas” (rs).

É bom esclarecer que não fiz nenhuma proposta de review ou preview de games para não tomar o lugar daqueles que já têm esse trabalho na Nintendo World. Mas tenho vontade, sim, há algumas idéias na cabeça.

Quanto a colaborar para com a NW, acho que é um sonho. Conforme escrevi para o Renato Siqueira quando soube que estavam procurando pessoas, o meu intuito era participar de uma publicação que faz parte da minha vida.

E, se não fosse com matérias, pelo menos, gostaria de dar algumas sugestões. E, também queria ganhar experiência, pois nunca trabalhei com um veículo de comunicação de massa. Até então, somente me envolvi com os corporativos.

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